Entre as piores, 34% têm renda até 3 salários mínimos

- O Estado de S.Paulo

O número de estudantes de baixa renda é maior nas nove instituições que tiveram o pior conceito na avaliação do MEC. Todas elas são particulares e têm 34% de seus alunos com rendimento familiar até 3 salários mínimos. Outros 31% estão na faixa que vai de 3 a 10 salários. As nove instituições foram as únicas do País a ficar com nota 1 - numa escala de 1 a 5 - no Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado nesta semana. Entre elas, estão as paulistas Faculdade Metodista do Sul Paulista, da área de Ciências Contábeis, em Itapeva, e a Faculdade de Desenho Industrial de Mauá, que tem cursos de tecnologia. O grupo de instituições tem quase a metade dos alunos no período noturno, diferentemente do que ocorre nas faculdades de excelência. Isso porque 52% deles declararam que trabalham durante o curso, alguns recebem ajuda da família e outros são responsáveis pelo próprio sustento. Mesmo assim, 75% declaram que moram com os pais.