'A depressão é uma morte em vida', diz Priscila Fantin

Redação - O Estado de S.Paulo

Atriz comentou sobre transtorno que desenvolveu dez anos atrás e como o superou

Atriz desenvolveu o transtorno em 2008

Atriz desenvolveu o transtorno em 2008 Foto: Denise Andrade / Estadão

A carreira promissora não foi suficiente para evitar que Priscila Fantin desenvolvesse depressão. No entanto, ela conta que o teatro foi parte fundamental para que ela superasse o transtorno.

"A depressão é uma morte em vida. Você não sente nada, nem tristeza, nem raiva, alegria, nada", disse a Mariana Godoy sobre o problema de saúde que enfrentou em 2008.

"O esporte me ajudou muito. Me ajudou a sair da estagnação. [...] O teatro também é muito curativo, transformador. Me ajudou bastante", explicou a atriz.

Além desse período conturbado, Priscila também comenta sobre os trabalhos sociais que realiza. "Tenho uma preocupação humana muito grande. Acho que falta humanidade para os humanos. A gente se olha muito pouco no olho e estende muito pouco a mão. Tem muita gente precisando".

A entrevista será exibida no Mariana Godoy Entrevista nesta sexta-feira, 16, às 23h.