Universidade barra atletas bolsistas que já cometeram assédio sexual

Redação - O Estado de S.Paulo

Iniciativa é da Universidade Bloomington de Indiana, nos Estados Unidos

Alunos com passado de violência doméstica ou assédio não poderão participar de práticas esportivas ou competições

Alunos com passado de violência doméstica ou assédio não poderão participar de práticas esportivas ou competições Foto: WikiImages/ Pixabay

Com o objetivo de combater o assédio sexual no campus, a Universidade Bloomington de Indiana, nos Estados Unidos, adotou uma nova política: nenhum aluno que já tenha comido crimes do tipo poderá ingressar na universidade como atleta bolsista. 

O departamento de esportes irá investigar cada caso de alunos envolvidos em assédio ou violência doméstica e os barrará de qualquer atividade atlética, seja prática ou competição. 

A nova regra será aplicada para todos os estudantes da universidades que tentem entrar como bolsistas por serem atletas, sejam transferidos, alunos novos ou mesmo do último ano, que já foram considerados culpados. 

Apesar de não haver confirmação sobre a relação, a medida surge depois da série 13 Reasons Why, que trata sobre suicídio após casos de assédio e violência sexual, ganhar espaço na sociedade. A produção também incita o debate sobre alunos que ganham bolsa por seu desempenho esportivo, mas não têm histórico social adequado.