Marca propõe móveis híbridos adaptáveis às novas formas de trabalho

Thaís Ferraz - Especial para O Estado

F.Way, braço do FK Grupo, investe em mobiliário corporativo moderno

Longe vai o tempo em que o escritório doméstico se resumia ao trio cadeira, escrivaninha e luminária. Cada vez mais articulado, o espaço de trabalho em casa vem passando por aceleradas transformações. Se antes tudo o que se podia esperar do mobiliário para estas áreas era funcionalidade e conforto, hoje, o componente estético é igualmente determinante na escolha do consumidor, o que, claro, não passou despercebido da atenção dos fornecedores.

Recém chegada ao mercado, F.Way é um deles. Braço do FK Grupo, empresa voltada para o segmento de móveis corporativos, a nova marca, mirando igualmente o mercado residencial, se propõe a oferecer móveis ergonomicamente corretos e eficientes do ponto de vista funcional. Mas também, em plenas condições de interagir com os mais diversos ambientes da casa. 

Peça Soffy com estrutura de aço e espuma moldada

Peça Soffy com estrutura de aço e espuma moldada Foto: F.Way/Divulgação

“As fronteiras internas nas casas estão em extinção. O que se busca hoje é a plena integração entre os ambientes. Daí a necessidade de um novo móvel para a área de trabalho. Mais adaptável e atraente”, sintetiza o arquiteto e designer Ricardo Bello Dias, que assina a primeira coleção da F.Way: sofás, cadeiras e móveis de linhas minimalistas, especialmente desenvolvidos para reuniões rápidas. 

Sofá Vip, com paredes rígidas e tapeçadas, tem assento com espuma em poliuretano de alta densidade

Sofá Vip, com paredes rígidas e tapeçadas, tem assento com espuma em poliuretano de alta densidade Foto: F.Way/Divulgação

Compromisso da marca, prezar pela sustentabilidade é outro princípio seguido à risca. “Todos os nossos processos envolvem reciclagem, eliminação correta de resíduos industriais, redução das emissões de CO2, controle no consumo de energia”, pontua Bello Dias, para quem a busca por materiais inovadores é uma preocupação constante. “O investimento em pesquisa se reflete diretamente na durabilidade e na vida útil dos produtos”, diz.