Passa muito tempo no trânsito? Veja dicas para amenizar dores causadas por ficar muito parado

Redação - O Estado de S.Paulo

Pilates e alongamentos podem ajudar a reduzir esses desconfortos, de acordo com especialista

.

. Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO

Em 19 de setembro de 2016, três dias antes do Dia Mundial Sem Carro, o Ibope divulgou uma pesquisa sobre mobilidade urbana em São Paulo para mostrar a situação do trânsito na cidade. Segundo a sondagem, que entrevistou 602 pessoas entre 23 de agosto e 1º de setembro, o paulistano gastava, em média, 2 horas para realizar a atividade principal - ir para escola ou para o trabalho, por exemplo - de seu dia a dia. Foi a maior média desde 2009, quando, na ocasião, o número chegou a 1 hora e 44 minutos.

Quando se falou apenas de tempo parado no trânsito, a estatística foi ainda superior: o estudo apontou que o paulistano passava cerca de 3 horas por dia em congestionamentos, maior média desde 2014. Isso representa que o paulistano chega a viver 1.095 horas (ou pouco mais de um mês e meio) em engarrafamentos, situação que fadiga a mente e, claro, o corpo.

O médico Fernando Gonçalves afirma que ouve quase todos os dias seus pacientes se queixarem de dores em razão do tempo imóvel no carro. Ele, que também é instrutor de pilates, esclarece quais benefícios a prática pode trazer a lesões geradas por isso e quais são as partes do corpo mais afetadas numa situação como essa. Confira abaixo: