Gosto de ler jornais. Sei que são todos parciais, uns mais, outros menos. Mesmo assim, aprendi a entendê-los com seus defeitos. E gosto de lê-los. Até trabalho em um. Não penso como meus patrões, mas bem aqui você está lendo este ótimo blog de esquerda que defende o respeito à diversidade e abre espaço aos artistas alternativos (perdão pela auto-citação e pela falta de modéstia bem-humoradas). O meu textão lá de baixo (O dinheiro, a cultura e o trabalho) ganhou densidade e intensidade após a leitura de uma coluna de jornal. Eu lia ‘O valor do pensar‘, texto do Fred Coelho, no Globo de 21 de junho. Tudo que eu estava escrevendo se clareou. Obrigado, Fred. Há alguns dias, em conversa com jovens jornalistas do portal do Estadão, eu comentava sobre meu hábito de continuar lendo os jornais impressos, mesmo acessando diariamente suas edições digitais na internet. Na net, muitas janelas e portas se abrem e desviam a atenção de um determinado foco inicial. Muito se ganha e perde, instantaneamente. Louvo a ideia de selecionar notícias e enviá-las ao celular do assinante. Mas, pra mim, nada ainda se compara à separação de acontecimentos e análises, por editorias e cadernos impressos. Sim, porque eu sou antigo, você pode argumentar. Ok, de fato, sou. Mas, aceite: eu também sou muito moderno e não tenho preconceito nem dificuldade alguma no uso das mídias digitais. Adoro e usufruo incessantemente, como todos, da interatividade, da portabilidade e, principalmente, de seu maravilhoso banco de dados. Afinal, tá (quase) tudo lá. É só saber pesquisar. E é aí que o bicho pega. No tal do ‘saber’. Ninguém nasce sabendo, né? Saber é uma conquista cotidiana, saber só vem com o tempo. Muitas vezes, nunca vem. Mas o soft do pensar, uma vez instalado, sempre alimentará de sadias dúvidas e ideias originais o seu assíduo usuário. Lamento que jovens leiam cada vez menos, ou leiam apenas coisas divertidas e rápidas, e não textos densos e difíceis. Sobre isso, o respeitável escritor israelense e prêmio Nobel Amós Oz declarou à Folha, de 26 de junho (e ao Globo do dia seguinte):

“O problema é que a política misturou-se às concepções da indústria do entretenimento. Há uma geração inteira de jovens, no mundo todo, que veem mais programas satíricos na tv do que o noticiário. E esse é o único contato deles com a política. Há uma infantilização da raça humana. Adultos sofrem lavagem cerebral da indústria cultural para virar criancinhas, porque as criancinhas são melhores consumidores”

Não sou nenhum Nobel, mas também já escrevi sobre essa infantilização AQUI. Ainda na Folha (em 25 de junho), li pesquisa do Datafolha e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública sobre o conservadorismo do brasileiro e sua tendência a apoiar políticos autoritários. Sobre o tema, na Ilustríssima do mesmo dia, li a matéria com Timothy Snyder, historiador americano, que escreveu livro com ‘20 lições para evitar que o governo Trump se transforme num regime autoritário‘.

“Mudanças para regimes autoritários sempre dependeram do consenso da população civil. Não necessariamente do voto, mas de certos modos de cooperação. Indivíduos que escolhem não fazer nada também ajudam a instaurar um regime autoritário. Há profissionais que escolhem adaptar-se por sobrevivência e são igualmente cúmplices, como os médicos que fizeram parte do aparato do Holocausto. O que os indivíduos fazem no cotidiano pode parecer pequeno diante da História, mas não o é. Escolher agir segundo a ética de uma profissão pode impedir que um regime autoritário se imponha. As pessoas têm mais poder do que pensam.”

Após ler seu texto, pensei: porque as panelas de Perdizes e Pinheiros não batem em protesto a Temer? Porque, a verdade, é que elas nunca bateram contra a corrupção. Bateram contra o PT e sua (suposta e propalada) ideologia de esquerda. Por que grupos como o Brasil Livre não se indignam com a corrupção de Aécio e Temer? Porque eles são de direita e só se indignaram para tirar o PT da presidência (não que este não fizesse por merecer sua saída. Mas poderia ter sido uns meses antes, pelo voto, né?). Quem confirma essa impressão sobre isso que escrevo é o meu insuspeito e nada esquerdista xará Arnaldo Bloch, em sua coluna de 24 de junho, no Globo: ‘Cadê as panelas, cadê o povo nas ruas?‘.

“Como se explica, por exemplo, que se tenham enchido as avenidas das capitais às vésperas do impeachment de Dilma Rousseff, no maior protesto da História do país, e que, agora, as ruas estejam vazias de cidadãos indignados com o que se passa? … Qual a diferença entre quem foi às ruas exigir a deposição de Dilma e quem está em casa agora, sem dar um pio? … Ou será que, simplesmente, o povo está cansado de guerra… e agora aguarda que um novo salvador da pátria, ou um destruidor definitivo, um pastor, um monstro racista, militarista e homofóbico, um führer canarinho, se apresente às urnas?”

Quem cala, consente e legitima governos autoritários: são as conclusões tanto da pesquisa do americano quanto do artigo do jornalista brasileiro. Pra terminar, li a coluna de Sonia Racy, no Estadão de 26 de junho. O jornalista Gabriel Manzano entrevistou o professor Aldo Fornazieri sobre seu livro, onde políticos e acadêmicos dão parecer sobre a crise das esquerdas no Brasil. Diz que a esquerda não sabe ouvir e que os partidos políticos ainda estão estruturados verticalmente, enquanto a comunicação social se dá de forma cada vez mais horizontalizada, através das redes sociais. Diz que as ongs e outras entidades independentes monitoram os governos e suas políticas inócuas, e que eles não atendem (nem sequer entendem) a diversidade dos anseios populares em questões como meio ambiente, feminismo, racismo e outras. E concluo eu: como se posicionar diante de tamanha complexidade num momento em que mídias e imprensa estão cada vez mais infantilizadas (vide Amós Oz) e se tornam extensão da indústria do entretenimento, envolvidas, como seu público, pela futilidade da cultura das celebridades? Não casualmente, um playboy inculto como Trump é o presidente da maior potência mundial. Dá medo do que mais possa vir. Quem não pertence ao pequeno mundinho dourado dos privilegiados sabe: não há nada que não possa piorar um pouquinho mais.

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O DINHEIRO,
A CULTURA
E O TRABALHO

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Tenho abordado com relativa frequência a questão da bufunfa, do tutu, da grana. Logo eu que sou apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco,um comuna véio e ultrapassado que não se vende ao capital, um blogueiro indignado que não se conforma com artista conformado, com deslumbrado que veio lá de baixo e se rende ao vil metal.
No post passado, peguei emprestado textos de amigas das redes sociais pra mostrar a penúria do dia a dia dos artistas do Teatro Municipal do Rio. AQUI. Tem músico que virou motorista de táxi, tem bailarino fazendo trufa, tem cantora vendendo cosméticos. Nada contra o trabalho em si. Toda profissão é digna. Mas por que um país tão rico, como comprovamos pela dinheirama que rola solta entre políticos e empresários, paga tão mal aos que estudam? Por que o Estado paga tão pouco até mesmo aos professores? Por que humilhar, reprimir e até bater em quem orienta e forma a mente dos nossos filhos? Por que, leitor?
Eu respondo: porque os filhos mal-formados são os nossos, não os ‘deles’. Nós, assalariados, geramos e criamos os 90% de subempregados e incultos que vão trabalhar a vida inteira ganhando péssimos salários e produzindo a riqueza dos 10% de espertalhões. A inaceitável concentração de renda entre esses poucos privilegiados e o desumano descaso com a massa de trabalhadores crescem na mesma medida. Por que, leitor, eu e você, que fazemos parte dessa ampla maioria, permitimos esse acinte? Essa ofensa secular e cotidiana? Por que, leitor, em pleno ano de 2017, eu me vejo repetindo frases do discurso incisivo (e dito ‘anacrônico’) do Manifesto Comunista de fins do século XIX? Por que o governo Temer denomina (e a grande mídia dissemina) a atual Reforma da Previdência (e a Trabalhista) como sendo de ‘modernização’? Por que ‘moderna’, se ela, antiquada e quase pré-industrial, nos remete a espoliações superadas, a negociações salariais indignas e nos usurpa os direitos conquistados ao longo de duzentos anos de lutas trabalhistas e sindicais (a custa do sangue de trabalhadores como eu e você). Por que nos querem tirar a já ofensiva aposentadoria (pelo piso) aos 55 ou 60 anos, se ‘eles’ já usufruem de duas ou 3 aposentadorias ‘especiais’ (pelo teto) desde seus 50 anos? Por que essa balela de dizer que o país não tem dinheiro e que somos deficitários, se o dinheiro vaza pelo ralo a cada escândalo noticiado, se a riqueza sai do nosso suor para o bolso deles, via empresas, licitações fraudulentas e conchavos de políticos e empresários, do legislativo ao executivo (o judiciário não se permite ser julgado). Muito pelo contrário, não há déficit. Há riquezas mal administradas por pura e simples inversão de prioridades: não é para nós que eles governam.

A verdade é que nós simplesmente não somos os destinatários da riqueza que geramos. Nossa saúde, educação e cultura não é prioridade nos programas de investimentos desses governos. Até quando eu e você vamos aceitar calados? Até quando vamos trabalhar como escravos para essa corja de desocupados? Até quando vamos nos digladiar por migalhas enquanto sustentamos o luxo desses canalhas engravatados?

Ah… Acabo de me lembrar que este é um blog de saraus e que meu assunto aqui não é política. Então, jovem artista idealista, saiba: você que estudou, que se formou, que sonhou utilizar sua arte para melhorar o mundo, você está ‘no lugar errado’. Segundo o secretário Sturm, que foi gravado ofendendo o trabalho de artistas, ‘acabou a molecagem’. Um Secretário de Cultura dizer isso a jovens, pra mim, já é motivo de demissão. O deputado Marco Feliciano é outro que também ofendeu todos os artistas chamando-nos de ‘vagabundos’. Pra mim, motivo claro de cassação. No entanto, nem demitidos, nem cassados, nos xingam e permanecem impunes em seus cargos, recebendo o dinheiro que sai do nosso bolso, sob o respaldo da grande mídia que esconde em pequenos espaços as barbaridades que eles dizem e cometem. Atualmente, Sturm e Doria congelaram as verbas da Cultura de SP (a merreca de menos de meio por cento do orçamento total da cidade), sob o pretexto de reavaliar despesas diante da crise. Mas, a meu ver, é porque os trabalhadores das artes, em sua maioria, são de esquerda ou simplesmente de oposição a eles. Como sempre, pra não admitir a retaliação politica, inventam que nós, artistas, mamamos nas tetas da nação e aquela lenga-lenga de sempre. Até quando vamos permitir que esses empresários anti-povo digam tais absurdos sob as bênçãos da maioria da imprensa, que sequer noticia seus descalabros?

O Brasil que amamos tanto vive um momento muito delicado. Parece chavão esquerdista, mas não é: se não estivermos organizados, se não sairmos às ruas e lutarmos, o cenário de perdas de direitos que se desenha é é tenebroso. E não se trata de não ser pró-ativo ou de ser negativo, como nos acusam os chefetes de grandes empresas, quando lhes somos críticos. Nem é o caso de rezar e esperar, como creem os místicos. Muito menos de deixar pra lá, como apregoam os alienados. A luta é nosso único caminho. E é por isso que este é um blog combativo e libertário. A verdade, amigos, é que estamos fodidos. E pior, mal pagos (isso quando não nos oferecem a’oportunidade’ de trabalho voluntário, sem salário, como fez o prefeito de Guarulhos, na recente Virada Cultural de lá). Tá puxado!

 

Em minha juventude, todos os meus trabalhos culturais e políticos foram feitos apenas e tão somente pelo prazer de criar, participar e influir na transformação da sociedade. Sempre fui levado pela importância que via em declamar, cantar e atuar, movido por pura ideologia. Mesmo hoje, no Sarau da Maria (e neste blog) ainda é assim. Ao contrário de mim, um diletante, os jovens artistas que atuam nos movimentos culturais de periferia e nos saraus, residências e oficinas espalhados pela cidade, são ‘profissionais’ . Estudaram pra isso, são conhecedores da história e do oficio que exercem. Merecem e precisam ser pagos pelo que fazem. São trabalhadores. Ponto. Doria pode doar seu salário de prefeito e auferir lucros à sua imagem de político que não liga pra dinheiro. Quem se impressiona com essa atitude ‘bondosa’, talvez desconheça as maldades que ele promove: congelamento de verbas e desmonte de projetos culturais, por pura e simples perseguição política. Até quando você e eu vamos tolerar isso?

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PELO FINDI

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SÁBADO >>> Sábado passado fui ao Bar e Mercearia Carauari, da Andrea e do Toninho (foto 1), um casal que sempre apoia os saraus e abre espaço aos artistas alternativos da Vila Maria. Eles organizaram uma festa junina beneficente e chamaram a cantora Li Sousa, o músico Luis Mea e o grupo deles (foto 2) pra tocar clássicos nordestinos e uns forrós pé-de-serra. Casa cheia, noite boa, amigos reunidos e todo mundo se divertindo. Teve comidas e bebidas típicas, brinquedos pra criançada e quadrilha (foto 3) pra todo mundo dançar. Foi uma delícia…. Veja aqui as fotos do Roberto Candido, o fotógrafo oficial dos shows, saraus, carnavais e agora também das festas juninas.

DOMINGO >>> No domingo fui ao Espaço Parlapatões, na praça Roosevelt, assistir ao show do Ellen Arruda Quinteto (lá, sempre tem um som legal rolando no fim das tardes de domingo). Foi uma das últimas apresentações do grupo com a presença da cantora e pianista Kana Nogueira, que vai passar uma temporada no Japão. A Kana, além de ter vários cds gravados e parceiros importantes (como Zeca Baleiro), também dá aulas e acaba formando e/ou participando de ótimos grupos com músicos iniciantes. Que bacana ver jovens instrumentistas tocando música de qualidade, fazendo uma saborosa mistura de samba e jazz. À Kana, talentosa compositora (e ao poeta Léo Nogueira, seu parceiro e marido) desejo sucesso e boa viagem. Sentirei falta da amizade, da simpatia e da arte dos dois. Não se esqueçam de voltar!

 

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SOPA DE LETRINHAS
COM FESTA JUNINA
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O poeta Vlado Lima é o criador e apresentador do sarau Sopa de Letrinhas, um dos mais tradicionais da cidade, com 14 anos de existência. Vlado, além dos dois ótimos livros de poesia lançados (Pop Parachoque e Como suportar jabs no baço) também é um dos compositores fundadores do Clube Caiubi. Recentemente, ao lado do poeta Filipe Luiz, inaugurou a Editora Sopa de Letrinhas, lançando ’60 Curras Inevitáveis’, primeiro livro de poemas do Filipe.
(Clique para ver o vídeo)
Neste sábado, 1 de julho, a partir das 20h, tem mais uma edição do Sopa. As homenageadas da noite são as poetas do Senhoras Obscenas, coletivo coordenado por Graziela Brum, que disseminou poesia feminina pelo facebook e youtube, depois virou sarau (presencial) e agora elas lançam em livro a sua primeira antologia.
Na abertura do evento, pocket-show da banda Anhangabahy (formada por Rui Condeixa Xavier, Hévelin Gonçalves e Wady Issa Fernandes). Sarau com palco aberto e vários poetas e músicos convidados: Rubens Jardim, Renato Pessoa, Nando Correia, Sander Mecca & Marília Calderón, Victor Carvalho Lima, Chocklove, Marcelo Barum, Binho Rodrigues, Henrique Vitorino & Tato Fischer, Ju Moura, Silvia Helena Camossa e Valdete Pereira. Vai ter a tradicional sopa de letrinhas com pipoca, bandeirinha, paçoca e quentão. Depois da meia-noite, Baile Junino do Julinho Clube com Li Sousa & Banda tocando o melhor do forró pé-de-serra. Na rua Mourato Coelho, 585, na Vila Madalena.

 

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COMPONHA UM CANÇÃO COM
O KLEBER ALBUQUERQUE

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Oficina de invenção de canções >>> O compositor e cantor Kleber Albuquerque convida interessados em música & poesia para a oficina de invenção de canções que ocorrerá nas segundas-feiras de julho (dias 3, 10, 17, 24 e 31), no quintal do Teatro Imaginário da Fábrica de Caleidoscópios, na Mooca. A proposta da oficina é proporcionar a experiência de práticas de composição poético-musical coletiva entre os participantes, de modo a estimular a inventividade artística, o intercâmbio de ideias e o florescimento de inspirações. Kleber, poeta e compositor inspirado, entende do assunto:

Serão cinco encontros semanais com 3 horas de duração, das 19h às 22h. Para cada encontro avulso, o investimento é de R$50. Os cinco encontros custam R$200. Vagas limitadas. Informações e reservas pelo fabricadecaleidoscopios@gmail.com

 

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ANOTA AÍ…

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SHOW DA MARIA >>> Ainda faltam duas semanas, mas fique sabendo desde já: dia 15 de julho, tem In’rollando Stones no Show da Maria. A banda do Francisco Fanca (popularmente conhecido por Mick Jagger do Limão) virá com Carlinhos, Leite, Edmundo & Cia, tocando Stones, Beatles, Raul e rock nacional. E ainda vai rolar um pocket-show de abertura com Toninho Rodrigues (do Lhamas) e Vanderlei Moraes (o Radumé) com clássicos do rock. No Clube Vila Maria. Entrada R$10 (renda revertida aos músicos).
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AGENDÃO
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Eis aqui a agenda dos saraus para o seu findi, com fotos e vídeos (clique nas palavras em negrito para acessar os links e nos cartazes para ampliar a imagem e ler detalhes). Acompanhe também as muitas opções contidas na página da Agenda da Periferia. Informe-se, inconforme-se, atue e divirta-se!
AMIGOS >>> O site do blog está com problemas e vários vídeos precisam ser clicados sobre o link para serem vistos no youtube. Peço a compreensão dos leitores e artistas prejudicados. Espero que na próxima postagem tudo volte ao normal.
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Quinta-feira – 29 de junho a 11 de julho – 19h … Exposição Do Cinza à Cor – no Shopping Santana Parque … ‘Do Cinza à Cor’ apresenta fotografias em pb e a transformação dessas cenas em pinturas para despertar a reflexão sobre a importância do amor entre o ser humano e o animal, principalmente no contexto urbano. A mostra é resultado de um projeto de mais de 3 anos e traz 30 obras fotográficas em pb registradas pelo jornalista Fábio Brito, transformadas em 30 novas pinturas coloridas pelas mãos do artista Marcos Farrell. Os quadros (e o livro que retrata essa relação) estarão à venda e parte será revertida para a ONG Abeac – Associação Bem-Estar Amigos da Célia, que cuida de mais de 1200 animais. No Santana Parque Shopping, à rua conselheiro Moreira de Barros, 2780.

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Quinta-feira – 29 de junho – 19h … Festa Junina – Guilherme Moscardini … Show junino do cantor e compositor que lançou recentemente o ótimo cd ‘Coisa Boa a Gente Espalha’. Guilherme Moscardini apresenta forró dançante, com clássicos de Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil e Alceu Valença, junto a músicas de bandas mais novas como Circulado de Fulo, Forróçacana, Rastapé e Falamansa. No Escambo Hostel, à rua Coronel Oscar Porto.

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Quinta-feira – 29 de junho – 19h … Flipera: A literatura em quadrinhos … Bate-papo livre sobre o lugar das histórias em quadrinhos na literatura e na política com a presença dos quadrinistas Lorena Kaz e Walter Rego. Na Tapera Taperá, à av. São Luiz, 187, 2º andar, loja 29, na Galeria Metrópole.
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(Clique para ver o vídeo de Di Ganzá)
Quinta-feira – 29 de junho – 20h … Arraiá pra São Pedro: Quintasoito – Fabrincantes e Magela … Muita alegria e cantoria com o Giovanni Di GanzÁ e os Fabrincantes, Geraldo Magela, uma canja das Clarianas emais quem chegar pra cantar. No Espaço Clariô, à rua Santa Luzia, em Taboão da Serra.
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Quinta-feira – 29 de junho – 20h … Fernandes Homenageia Zeca baleiro e Zé Ramalho – Voz /violão … Fernandes Moreira faz homenagem a Zeca Baleiro e Zé Ramalho, além de mostrar canções de seus três cds: Modernas, Sobre Outras Coisas e Paralelo. No Grão Expresso, à rua Voluntários da Pátria, 3558, em Santana.
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(Clique para ver o vídeo de Iá)

https://www.youtube.com/watch?v=uxsKM2nKaG4

Quinta-feira – 29 de junho – 21h … IÁ faz show acústico no Teatro da Rotina … Lançamento de “Esquerdo Direito”, primeiro cd da cantora mineira Iá, com canções de compositores consagrados (como Gil e Milton) e de novos da mpb. Na rua Augusta, 912. Ingressos de R$20 a R$40.
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(Clique para ver o vídeo dos Trovadores)

https://www.youtube.com/watch?v=DF_bhNthZns

Quinta-feira – 29 de junho – 21h … Vila Madalena: Música e Meditação no escuro … Há dois acontece o show onde a plateia medita e canta no escuro com os Trovadores Urbanos. O espetáculo começa com o ritual de desligar os celulares e as luzes vão se apagando aos poucos. Mariana Brasil, da Arte de Viver, vai falar sobre meditação e ensinar uma técnica para a plateia. A cantoria dos Trovadores acontece após um bom tempo de meditação e totalmente no escuro. É uma experiência de convivência, que provoca inspiração através da música. No Armazém da Cidade, à rua Medeiros de Albuquerque, 270.
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Quinta-feira – 29 de junho – 22h … Especial Caetano – Transa – com banda Golonka na Casa Barbosa … Banda toca o histórico disco Transa, na íntegra, e outros sons para dançar. Entrada R$10. Rua Rui Barbosa, 559.
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(Clique para ver o vídeo de Oto Gris) 
Quinta-feira – 29 de junho – 22h … Luz Marina e Oto Gris no Z … A cantora e compositora Luz Marina faz show com Charles Tixier, Du Moreira e Marcelo Sanches, mostrando canções de seu primeiro cd e suas parcerias com Alice Ruiz e Paulo Leminski. Participação da cantora Kali. A banda Oto Gris é formada por Davi Serrano (voz e guitarra), Jonas Gomes (baixo) e Victor Bluhm (bateria e programações). Recentemente lançou “Avôa”, seu disco de estreia, produzido por Saulo Duarte e Klaus Sena. Ingressos a R$15 e R$20. No Z Palco, à av. Faria Lima, 724.
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Sexta-feira – 30 de junho – 19h … Sarau das Águas … Sarau que se define como “lugar onde existem pessoas que tem a visão de um mundo maravilhoso para se viver, em harmonia com o pensar/sentir/agir”.
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(Clique para ver o vídeo de Gabriel Peri)
Sexta-feira – 30 de junho – 19h … Gabriel Peri – na Casa 599 … Cantor e compositor mostra canções de seu novo disco. Victor Cali faz show de abertura. Ingressos a R$15 e R$20. Na rua Brigadeiro Galvão, 599, perto do Metrô Marechal Deodoro.
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Sexta-feira – 30 de junho – 19h … Lançamento – ‘O peso do coração de um homem’ – de Micheliny Verunschk … Novo romance da premiada autora de ‘Aqui, no coração do inferno’ (2016) e ‘nossa Teresa – vida e morte de uma santa suicida’ (2014), ambos pela Patuá. Evento com entrada franca. O exemplar estará à venda por R$38. Na Patuscada – Livraria, bar & café, à rua Luís Murat, 40.
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Sexta-feira – 30 de junho – 19h … Sônica de Garagem + Indy Naíse e Convidados … O Sônica de Garagem + é o programa da TAG TV (canal web da Universidade Metodista de SP) que recebe convidados para entrevistas e sessões musicais. Com Indy Naíse, Renato Soares, Caio Moura e Peterson Trind’Arte.
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(Clique para ver o vídeo de Ravi) 
Sexta-feira – 30 de junho – 19h … Ravi Landim; show musical “Das Andanças e Seus Retalhos” … Na Casa de Cultura São Miguel, à rua Irineu Bonardi, 169, na Vila Pedroso.
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(Clique para ver o vídeo de Joana e Leo)
Sexta-feira – 30 de junho – 20h … Joana Reais e Leo Costa – improviso com convidados … Cantora e compositora portuguesa encontra violonista e compositor brasileiro. Juntos, recebem artistas para jam sessions. No Quinto Pecado Café Bistrô, à rua Coronel Artur de Godoi, 12 – Vila Mariana.
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(Clique para ver o vídeo de Ingrid Martins) 
Sexta-feira – 30 de junho – 20h … Palco Vivartte #04 no Happy Hour … Quarta edição do projeto terá Viic Oliveira, Coletivo Válvula, Ingrid Martins e Rafael Souza, entre outros. Entrada franca. No Espaço Vivartte Mello, à praça Vicente Celestino, 364.
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(Clique para ver o vídeo de Cid) 
Sexta-feira – 30 de junho – 20h … Banana Scrait e Cid na Sensorial Discos … Uma loja de discos transada que é também cafeteria e espaço aberto à ótimas bandas novas, como Banana Scrait e Cid. Entrada R$10. Na rua Augusta, 2389, nos Jardins (a quatro quadras da Av. Paulista).
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(Clique para ver o vídeo de Nô Stopa)
Sexta-feira e sábado – 30 de junho e 1 de julho – 21h … Nô Stopa c/ Zé Geraldo e Fernando Anitelli … Cantora apresenta repertório de seu mais recente álbum, Manifesto Poesia. Na sexta, participação de seu pai, o grande Zé Geraldo. No sábado, o convidado é Fernando Anitelli. Nô Stopa (voz, violão e bandolim) é acompanhada por Wilson Teixeira (viola e voz), Zeca Loureiro (guitarra e voz), Sergio Carvalho (baixo) e Gustavo Souza (bateria e mpc). Show com ingredientes performáticos. No Sesc Ipiranga, à rua Bom Pastor, 822.
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(Clique para ver o vídeo de Daniel Medina)
Sexta-feira – 30 de junho – 22h … Daniel Medina – Temporada Estúdio Lâmina – Última Apresentação … Prestes a lançar seu primeiro disco, o grande compositor e ator Daniel Medina encerra esta série de apresentações trazendo os convidados Laya, Verônica Valenttino e Guilherme Kafé. Couvert R$15. Na av. São João, 108, 4°andar (perto do metrô São Bento).
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(Clique para ver o vídeo de Fernando Ferrer)
Sexta-feira – 30 de junho – 23h … Noche Latina – no Mundo Pensante … Show de Fernando Ferrer, sobrinho do lendário cantor Ibrahim Ferrer (Buena Vista Social Club), acompanhado por Franklin Santos (congas), Hanser Ferrer (voz/piano), Rodrigo Bueno Papito (timbales), Fernando Ferrer Jr. (sax tenor) e Carlos Ceiro (voz/contrabaixo). Apresentação da banda paulistana Quimbará e dos djs Gabriela Pensanuvem e Pancho Valdez. Ingressos de R$15 a R$25. Na rua Treze de Maio, 830, na Bela Vista.
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Sábado – 1 de julho – das 11h às 18h … Geek Festival – 1st Edition … Primeira edição do evento geek terá salas temáticas, palestras e bate-papos sobre youtube, blog, escrita, cosplay, mitologia, brincadeiras e fotos com personagens. Barracas de comidas, bebidas e arrecadação de agasalho. Na rua João Ramalho, 344.
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(Clique para ver o vídeo de Dona Crô)
Sábado – 1 de julho – das 12h às 17h … Arraiá Étnico – Com ONG Adus … Festa procura integrar saberes, fazeres, jeitos e trejeitos de muitas culturas tendo como ponto de partida a Festa Junina. A culinária árabe, africana e colombiana com a tapioca, o arroz doce e a canjica. Perfumes sírios, turbantes africanos, correio elegante, forró e no final da tarde uma quadrilha. Comida tradicional de festa junina e mais os pratos típicos e objetos artesanais de diversos países expositores. Participação da banda Dona Crô. Na Fundação Ema Klabin, à rua Portugal, 43, no Jardim Europa.
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Sábado – 1 de julho – das 14h às 22h … Festa junina + Bazar Para Tudo … Festa promovida pelo Coletivo Arte Permanente de artesanato brasileiro. Com comidinhas, bebidinhas e sorteio de brindes. Entrada franca. Á rua Camundó, 196, no Planalto Paulista.
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(Clique para ver o vídeo das Pretas)
Sábado – 1 de julho – 15h … Sarau das Pretas – no Sesc Itaquera … Intervenção artístico-literária protagonizada por mulheres negras atuantes no cenário cultural periférico de SP. O espetáculo acontece por meio da palavra falada, cantada ou declamada, dos tambores e dos corpos em constante movimento. Em cena, Débora Garcia, Elizandra Souza, Jô Freitas, Taissol Ziggy e Thata Alves propõem reflexões sobre feminino, feminismo, cultura e ancestralidade. Na avenida Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000.
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Sábado – 1 de julho – 15h … Sábado No Bodegaia Da Pompeia – Com O Música Da Gema … O grupo Música da Gema apresenta seu repertório de sambas e clássicos da mpb, além de canções autorais. Com Peri Oliveira (percussão), Carlão do Tempero (percussão e voz) e Luiz Cláudio de Santos (voz e violão). Couvert R$6. Na Bodegaia, à rua República Argentina, 80, em Santos.
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(Clique para ver o vídeo de Rennan Leta) 
Sábado – 1 de julho – das 17h às 22h … Pense Já Sarau/Slam … Como definem seus organizadores, o sarau “é mais que um recital de poesia, é um encontro de pessoas que criam, incentivam, e/ou são apenas espectadores da arte produzida fora da panela midiática”. Sarau com batalha de poesia, música, fotografia, dança e teatro, organizado e apresentado por Cleyton Mendes e Carol Girassol, com o apoio do dj David White. Haverá pocket-show com D.G Poesia Ritmada e o escritor Rennan Leta vem do Rio para lançar seu primeiro livro ‘Palavras do Mundo’. No Espaço Cultural Opereta, à rua dr. Emilio Ribas, 168, em Poá.
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(Clique para ver o vídeo de Bruno e Fernando, com Nina Oliveira)
Sábado – 1 de julho – 17h30 … ‘Contraponto’ na Parada Inglesa … A dupla Bruno Brasil e Fernando Diniz leva as canções de seu espetáculo ‘Contraponto’ à casa do anfitrião Jamir, num clima intimista, com bate-papo e participação de artista convidado. Os ingressos custam R$20, são limitados (40 pessoas) e a venda é antecipada. A casa fica na região da Parada Inglesa, perto do metrô. O endereço será enviado aos que garantirem seus ingressos.
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Sábado – 1 de julho – 18h … Abertura da exposição – Galáxias Tão Tããão Distantes … A exposição é composta por obras do acervo da galeria virtual ‘P.I.C. Fabriqueta de Ideias’ e por uma seleção de artistas amigos e parceiros. A festa começa um set da Dj Bruxa Preta seguido de um pocket-show de Theo Charbel. Durante o mês da exposição, acontecerão eventos nos finais de semana: live paintings, feirinhas, festas, etc. Também no espaço, em breve, intervenção visual da artista Nana Mello. No Instituto Sarath, à rua Humberto I, 183, perto do sesc Vila Mariana.

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Sábado e domingo – 1 e 2 de julho – das 19h às 22h … Acerca do Fracasso das Formas … Uma ‘instalação coreográfica’ é o novo trabalho do Coletivo Cartográfico (Carolina Nóbrega, Fabiane Carneiro e Monica Lopes Galvão) em parceria com o artista visual Jorge Soledar. Com concepção sonora de Gustavo Lemos e registro de fotos e vídeos da Bruta Flor Filmes. Num galpão, “três pessoas vivem como num canteiro de obras, garimpando buracos no gesso e penetrando a mobília como cupins, sujeitas à degradação e à anulação, como qualquer matéria do lugar”. A cada dia, um roteiro diferente. O galpão abre as 18h e pode-se entrar e sair quando quiser. No Galpão Mungunzá, à rua Rodolfo Miranda, 350, no Bom Retiro.

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Sábado – 1 de julho – 19h … Sarau O que dizem os umbigos … Há 7 anos na cena dos saraus periféricos da cidade e aberto a todas as manifestações artísticas, o sarau é uma celebração da palavra. Um convite para o participante deixar de “olhar para seu próprio umbigo” e passar a dialogar com o umbigo do outro. Na Oficina Cultural Alfredo Volpi, à rua Américo Salvador Novelli, 416, em Itaquera.
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Sábado – 1 de julho – 20h … JC Zeppelin Acústico … Releitura acústica de clássicos do rock com JC (violão e voz) e Marcio Pardini (baixo). Entrada franca. No Carauari Bar e Mercearia, à praça Carauari, 8, na Vila Maria.
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Sábado – 1 de julho – 20h … Sopa de Letrinhas Sarau & Festa Junina do Julinho … Ler matéria em destaque (acima do Agendão). No Julinho Clube, à rua Mourato Coelho, 585, na Vila Madalena.
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(Clique para ver o vídeo do Tarumã)
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 Sábado – 1 de julho – 21h …Tarumã no Gambalaia … O Tarumã tem 26 anos de estrada e atualmente é formado por Carlos Moreno, Alê Moreno, Marcelo Barum, Daniel Pessoa e Daniel Sanches. Reconhecido por seus sofisticados arranjos vocais, o grupo apresenta as canções do cd ‘Palavriá’ e convida a cantora Tata Alves para participação especial. Ingressos a R$20 e R$15,00. No Gambalaia Espaço de Artes e Convivência, à rua das Monções, 1018, em Santo André.
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(Clique para ver o vídeo de Branca)
Sábado – 1 de julho – 21h30 … Branca Lescher e Banda – no Raiz Bar … Cantora mostra o repertório do cd “Branca” e algumas novas composições. Com Paulo Pascali Jr (sax/flauta), Marcelo Beba Zanettini (piano), Paulo Bira (contrabaixo) e Cauê Silva (percussão). Couvert R$20. Rua Alves Guimarães, 153.
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Domingo – 2 de julho – das 13h às 17h … Arraiá do Instituto … O Cantor e compositor Sacha Arcanjo organiza festa em São Miguel Paulista (ver cartaz).
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Domingo – 2 de julho – das 15h às 23h30 … Menino Muquito Apresenta: Festival “Mosca Branca 2” … Segunda edição do festival, promovido por Eduardo Osmedio e Alex Dharma Samu, abre espaço para o som autoral das bandas Sapo Kambo, O Grande Ogro, Projeto Nacional e Trash Soul Swingers. Entrada franca. No Menino Muquito Bar, à av. Vila ema, 5090.
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Domingo – 2 de julho – 15h … Sarau da Paulista … Organizado por Rubens Jardim (na foto, um poema dele), Cesar Augusto de Carvalho e Claudio Laureatti, entre outros, o sarau é o ponto de encontro de poetas de várias gerações com o objetivo de mostrar que ‘o lugar do poeta é onde possa inquietar e o lugar da poesia são todos os lugares’. Sarau com microfone aberto inclusive à outras linguagens: dança, circo, contação de história, música e artes plásticas. Na av. Paulista, esquina com rua Peixoto Gomide.
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Domingo – 2 de julho – 15h … Simpatias Pra Querer Bem – Música e Narração de História … Canções cantadas por Socorro Lira e contadas por Penélope Martins. Palavras e histórias de antigos saberes populares, a força das simpatias, do querer bem, das rezas das velhas benzedeiras. A oralidade traz o afeto e povoa de maravilhamento e mistério. Na Casa das Rosas, à avenida Paulista, 37.

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Domingo – 2 de julho – 16h30 … Domingo Autoral – Jota.Pê … Cantor e compositor, que lançou o cd “Crônicas de um Sonhador”, apresenta pocket-show autoral. No Republica Bar e Gastronomia, à rua Visconde de Itaboraí, 233.

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Domingo – 2 de julho – 17h … Obinrin Trio no CCB … Formado por Elis Menezes, Lana Lopes e Raíssa Lopes, o Obinrin Trio busca reviver as raízes da mpb. No Centro Cultural Butantã, à av. Corifeu de Azevedo Marques, 1882.

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Domingo – 2 de julho – 18h … Baile do Padillha … Baile em duas entradas organizado pelo cantor e compositor Paulo Padilha, mesclando suas composições com clássicos do samba e forró e terminando com participação do Bloco Todomundo, comandado pelo compositor. Participação especial de Suzana Salles. Entrada R$30. No Tupi or nor Tupi, à rua Fidalga, 360.

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Domingo – 2 de julho – 18h … Marcio Policastro no Parlapatões … Talentoso cantor e compositor ligado ao Clube Caiubi, Policastro mostra as canções de seu cd ‘Pequeno Estudo sobre o Karma’ e algumas inéditas. Participação de Douglas Froemming, Kbça, Mariana Brandão, Maríla Calderón e Sander Mecca. No palquinho do Parlapatões, à praça Franklin Roosevelt, 158. Entrada franca (contribuição no chapéu).
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Terça-feira – 4 de julho – 19h … Slam da Ponta + Daniel Lobo e Mariana Felix na Galeria Olido … O Slam da Ponta é uma batalha de poesias autorais que acontece toda primeira sexta-feira de cada mês no Instituto Reação Arte e Cultura, na Cohab José Bonifácio. Em 2017, o coletivo está realizando edições especiais com o intuito de aumentar as possibilidades dos poetas da região de participarem do Slam Brasil, que dá vaga para a Copa do Mundo de Poesias, na França. Com os convidados Daniel Lobo e Mariana Felix. Entrada franca. No Centro Cultural Olido, à avenida São João, 473.

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Quarta-feira – 5 de julho – 19h … Contramão Gig Apresenta: Molodoys e Dum Brothers … Primeira edição do projeto traz o duo Dum Brothers, formado por Bruno Agnoletti (bateria e voz) e Raul Zanardo (guitarra e voz) e o quarteto psicodélico Molodoys, que lança o clipe de “Boitatá”. Com discotecagem de Joyce Guillarducci (Cansei do Mainstream), Rafael López Chioccarello (Hits Perdidos), João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi), Jaison Sampedro e Helder Sampedro (RockALT). Durante o evento, flash tattoos com a equipe Studio Bar, venda e troca de discos com a Charada Discos, merch das bandas e a loja da casa com camisetas, chaveiros e pôsteres. No Bar da Avareza, à rua Augusta, 591. Entrada R$10 (ou R$30 consumíveis).

 

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Quarta-feira – 5 de julho – 21h … Pitaias – no Teatro da Rotina … Banda mostra composições que abordam os questionamentos e posicionamentos femininos. As Pitaias são Bê Mantoani (baixo), Luísa Mantoani (sax alto e efeitos), Mag (voz), Natália Ferlin (guitarra), Norma Odara (voz e violão) e Pri Norat (bateria e percussão). Ingressos antecipados a R$20, na porta R$40.

 

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BOM FINDI A TODOS E
ATÉ A SEMANA QUE VEM!
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