E atenção: num magnífico esforço de jornalismo investigativo, consegui em primeira mão o resultado do ‘Grande Prêmio Arnaldo Afonso’ de melhor objeto artístico de 2015 (nessa nossa seara dos saraus). Computados todos os (meus) votos secretos, o livro ‘A Puta’ (não se engane com o título: é altíssima literatura!), da escritora Marcia Barbieri, foi declarado vencedor de forma incontestável. Parabéns a todos e palmas pra ela que ela merece.

 

A Puta_capa

 

Brincadeiras à parte, é óbvio que vocês argumentarão: ‘Belas porcarias, Arnaldo, você e esse tal ‘prêmio’ que você inventou!’. E eu, mesmo concordando e rindo à beça lhes digo: esse ‘prêmio’ não é exatamente de ‘melhor’, visto que belezas artísticas não competem entre si (antes, dialogam e se somam). Talvez ele seja então um merecido reconhecimento a quem ‘mais inovou’. E olha que a Marcia concorreu com o excelente Como suportar jabs no baço e encarar nocautes, do poeta Vlado Lima. Concorreu com os eventos poéticos (na net e fora dela) levados a cabo pelo grande escritor Rubens Jardim e pelo mais querido personagem da cena sarauzística de Sampa, o produtor cultural Akira Yamasaki (ler mais sobre Rubens e Akira aí embaixo). Concorreu com os ritmos, oficinas e intervenções agregadoras do Loop B, gênio do batuque coletivo. E com o inacreditável (e lamentavelmente bem brasileiro) personagem preconceituoso do livro ‘Filho da Preta‘, do baita poeta (e romancista) Léo Nogueira. Com o drama dos hipopótamos (humanos, demasiado humanos) do livro do Daniel Lopes. Com a inspirada maré de canções do cd duplo lançado pelo compositor Paulo Barroso. Com os fantásticos contos, prontos pra serem filmados, do humorista e blogueiro Ricardo Kelmer. Com o imperdível Na minha Casa, programa de entrevistas que o músico Adolar Marin criou na net para divulgar a obra dos artistas alternativos. Com as apresentações maravilhosas de cantores, cantoras e grupos instrumentais e vocais nas várias edições do Show da Maria, desde 2014: Quarteto SaxofonandoRenata Pizi, Sonekka, Pedro Lua, Tavito, Hélio Braz. Concorreu também com o projeto pioneiro dos Cabras de Baquirivu, dando melodia às palavras loucas e encantadas de muitos poetas. Com os projetos utópicos e iluminados que se tornam reais nos saraus da Regina Tieko. Com as performances inventivas dos Poetas do Tietê, espalhando versos inquietantes e ecoando a vocação transformadora da poesia pelas esquinas endurecidas de Sampa. Concorreu com a imprescindível série dos Blablablá, encontros comandados pelo Escobar Franelas, que reúne e põe pra discutir as cabeças mais pensantes e atuantes da cultura da Zona Leste (e de toda a cidade). E com a mais que urgente e necessária iniciativa do pessoal do Clube Caiubi, de realizar um festival para revelar novos compositores. Com os shows, cds e clipes superlegais do Edvaldo Santana, do Kleber Albuquerque, da Kana, da Susie Mathias, do Ciro Pinheiro, dos Lhamas do Tibet, do Sacha, do Darc Maia. Com os livros e poemas da Flá Perez, da Mariela Mei, da Claire, do Edmilson Felipe, do Adifa, da Cris de Souza, da Lourença Lou, da Beatriz Lourenço, do Germano Quaresma, do Carlos Moreira. Com os belos trabalhos musicais e teatrais dos jovens Victor Lima, Edson Teles, Warley NouaFabu e a talentosa rapaziada ligada ao Sarau Noites Autorais, do Wolf do Vale e do Neto, lá de Guarulhos. Com o nascimento do canal Peixe Barrigudo, oferecendo aos iniciantes uma oportunidade de boas gravações e divulgação ampla. Com a Nina, a Indy Naíse, a Camila Trindade, o Conrado Pera, o Lucas Afonso, o Viegas, o Miragaya e tantos outros que esqueci de citar aqui, mas lembrarei de comentar seus movimentos artísticos nos próximos posts. Com os lançamentos dos editores Carlos Torrez, Nocelli e Lacerda (inclusive a criação do seu bar, point de artistas). Ou com a junção de escritores que originou o Coletivo Púcaro. Que mais dizer? Grande prêmio mesmo, é poder acompanhar as artes dessa gente toda, se divertir e informar na vasta cena dos saraus de São Paulo. Enquanto não sai o Enterro do Lobo Branco, novo livro da Marcia Barbieri, finalizo com o texto que escrevi após ler seu genial e agora merecidamente ‘premiado’ livro A Puta. Claro que não sou um crítico especializado. Mas do que ouço nos saraus, do que leio nos livros e do que acompanho pelos sites e jornais, sem medo de exagerar, afirmo: no Brasil, hoje, não sei se tem algum escritor fazendo uma literatura maior que a dela.

 

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Marcia é paulista, mestranda em Filosofia e formada em Letras. Além de ter seus textos em antologias e diversas revistas literárias, publicou os livros de contos Anéis de Saturno e As Mãos Mirradas de Deus e os romances Mosaico de Rancores e A Puta. No momento, finaliza seu novo romance O Enterro do Lobo Branco. Após ler seu ‘premiado’ livro, escrevi:

 

Marcia Barbieri é uma mulher bonita. Daquelas que nunca precisaram treinar olhares sedutores nos espelhos da adolescência. Ela apenas olha, naturalmente seduz. Não bastasse essa hipnose visual que exerce, ainda por cima escreve. E como escreve! Não é para os fracos. Como sofrer seus golpes, assimilar frases pesadas e verdades contundentes sem lembrar do rosto suave que as desfere, sem estranhar o áspero contraste entre real e ficção? Em nossa cosmética era, onde ‘parecer ser’ vale mais que ‘ser’, beleza não é qualidade que se descarte. Mas o ‘negócio’ dela é com a Arte (com ‘a’ maiúsculo). O preâmbulo é para confessar que a gente lê seu livro A Puta e fica totalmente envolvido pelo texto visceral e arrebatador de Marcia. E mais: fica meio confuso, com medo de que se entregar ao prazer da leitura seja também ficar submisso a ela, a esse alguém superior, deus-fêmea. Ou ‘pior’, a uma todo-poderosa escritora maníaco-demoníaca, vampiresca talvez (risos medrosos, tiques nervosos). E continuamos a lê-la com adoração permissiva, mas com os sistemas de autodefesa em prontidão, na dúvida se estamos sendo tragados pela volúpia da sua voracidade literária ou nos deixando levar por seus tantos encantos óbvios, seu canto mágico de sereia das letras. Talvez por isso (instinto de preservação?), demorei a elogiar os belos trechos de livro que ela postava na net. Sua prosa repleta de intensos versos certeiros ou deliberadamente controversos, de achados poéticos sujos e sublimes, de segredos ancestrais boiando explícitos, purulentos, carcomidos, na corrente sanguínea de suas palavras carnívoras. Suas imagens nascem a fórceps: vêm das entranhas raivosas do primeiro desejo humano, de seu gemido, do balbucio do último bicho, do delírio quase consciente do artista pioneiro. Da intersecção dos muitos mundos vividos, sentidos, pensados. Na linha torta da existência, ela crava seu verbo forte e fundo. A escrita da Marcia morde. Marca. Minha alma ainda está em carne viva. Ela nos tira da ilusão confortável que inventamos pra sofrer pouco. Nossas dorezinhas lights, refrigeradas, a falsa paz nossa de cada dia. Aguça nossos mal dissimulados conflitos e faz balançar as paredes das certezas aparentes, de nossas casas frágeis. Nos confronta com inseguranças várias e embutidas. Cria mundos em erosão (ou evidencia o que não queríamos admitir?) e nos abandona lá (ou de há muito somos sós?). Suas criaturas são carentes e nem sabem exatamente de quê. E são autossuficientes por dever. Porque não há válvula de escape, paraíso pra onde ir. Vivem porque têm fome. Corpos em decomposição agonizam de prazer e putrefação. Fazem sexo por fazer, por lazer e distração, por poder e obrigação. Há movimentos contínuos e repetitivos. Não há possibilidade de fuga. Há vício e luta pelo pão do espírito. Há o inferno cotidiano que nos acompanha, carrasco íntimo, que se não nos  mata, obriga a reagir. Que horrível isso que você nos faz, Marcia. Você é cruel e terrivelmente má. Como você é feia, Marcia Barbieri! (risos vingativos, gargalhada supostamente vitoriosa). Sua literatura, porém, devo admitir: é maravilhosa.

 

 

Trechos desse sensacional A Puta:

“Há uma lua podre na face de todo macho e é possível entrever sua escuridão. As mulheres fingem, fingem desde a época das cavernas. Fingimos que podemos encontrar nos homens algo mais profundo que a pele-epiderme-hipoderme que camufla seu corpo. Fingimos que podemos encontrar um som que não soe como um bater em madeira oca. Fingimos por séculos, mas no fundo sabemos que a única função do homem é preservar a espécie.”

“As mães e as putas sabem de tudo, são onipresentes como o diabo. Conhecem cada centímetro imundo do homem e ele não as surpreende. Todas as suas unhas encravadas, os olhos de peixe na sola do pé vigiando os seus passos mais sórdidos. Eles abrem seus corações e estes fedem como esgoto a céu aberto. Teria pena de meu inimigo se ele tivesse que partilhar a mesa com um homem. Tenho pena das esposas que se consideram melhores do que as putas. Tenho pena do homem que se considera melhor do que o bicho.”

“Trazemos o germe da humanidade em nossas trompas, nada que multiplica pode ser inocente.”  

 

 

Finalizo com um trecho de seu novo livro, em fase final de criação, O Enterro do Lobo Branco:

“Me poupe das suas mixarias eu sabia quem era você desde o princípio sabia que era um fruto bichado e você talvez se pergunte se eu estava ciente de tudo porque cravei o dente com vontade sim eu assumi os riscos você me lembrava as goiabas suculentas do quintal da minha infância embora fossem mirradas eram brilhantes e amarelas subíamos nos galhos mais finos mesmo sabendo que eles poderiam ceder com o excesso do nosso peso a desejávamos faríamos mil trapaças para consegui-las e quando as tínhamos nas mãos mordíamos com gosto no entanto mal chegava na terceira abocanhada e encontrávamos o miolo preto não não era a primeira goiaba que colhíamos porém no fundo achávamos que encontraríamos uma ainda não arruinada pelo descaso foi a mesma sensação quando te vi pela primeira vez eu quis acreditar que você era um homem não devastado eu via um escombro e ele não estava apartado de você e agora ele se estende a mim e eu sucumbo.”

 

 

 

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CASA DA PALAVRA

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Neste 1º de Maio tive o prazer de participar do Projeto Leva e Traz, organizado pela Casa da Palavra, de Santo André, tendo à frente a poeta e promotora cultural Rosana Banharoli.  Estávamos lá: Sarau da Maria (da Vila Maria), Sarau da Casa Amarela (São Miguel), Sarau na Galeria (de Suzano), Noites Autorais (Guarulhos), o Urbanista Concreto e vários músicos, poetas, escritores e amigos de cada um dos saraus. Foram mais de cinco horas de atividade artística ininterrupta. Foram mais de cinco horas de troca de ideias, amizade, arte e comunhão. Fazer parte disso tudo foi verdadeiramente emocionante. Obrigado e um grande abraço a todos que ajudaram a construir essa tarde inesquecível. Deixo aqui três registros (feitos pela Selma, do Sarau da Maria): um comovente poema do Akira, uma performance indignada do Warley Noua e a doce cantoria do Sacha Arcanjo, ilustrada pela coreografia animada do pessoal.

 

 

 

 

 

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RUBENS JARDIM

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O poeta e jornalista Rubens Jardim lança hoje, seu livro-antologia Lindolf Bell, 50 anos de Catequese Poética. Nele, o autor resgata inúmeras vozes poéticas que participaram das lendárias leituras públicas feitas na década de 1960 pelo centro de São Paulo. Há ainda textos de mais 9 poetas (além do Bell): Luiz Carlos Mattos, Erico Max Muller, Iracy Gentili, Ronald Carvalho, Iosito Aguiar, Carlos Vogt, Nilza Barude, Jaa Torrano e o próprio Rubens Jardim.

bell

Catequese Poética foi um movimento artístico criado pelo poeta catarinense Lindolf Bell. A ideia era popularizar a poesia junto a todo tipo de público, saindo às ruas com livros nas mãos e poemas nos bolsos, realizando performances poéticas em praças e viadutos. ‘Poema é delírio organizado precariamente e seu lugar é onde possa desorganizar, onde possa inaugurar’. Foi só depois de Bell, que as portas das ruas se abriram para que todo artista se expressasse, escreve o autor.

Atualmente, Rubens Jardim lidera a Catequese Poética Eletrônica, através de seu blog rubensjardim.com/blog. O princípio que norteia o movimento é o mesmo idealizado por Bell: restabelecer o vínculo da poesia com a oralidade e reaproximar o poeta do povo.

No evento, vários poetas convidados lerão os textos do livro: Alvaro Alves de Faria, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Roberto Bicelli, Luiz Roberto Guedes, Vlado Lima e José Luis Queiroz.

É hoje, 4 de maio, a partir das 19h, na Casa das Rosas.

 

 

 

 

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AGENDA

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Quinta-feira – 5 de maio – 19h … DESCONCERTOS DE MAIO … Desconcertos de Poesia, encontros mensais de emoção. Vozes e sons, música e poemas, amizades, bate-papo e cerveja. Com a presença de Paula Fábrio, Ellen Maria Vasconcellos, Donny Correa, Kleber Felix, Valério Oliveira e o contrabaixo de Israel Antonini. No Patuscada – Livraria, bar & café.

 

 

Quinta-feira – 5 de maio – 20h … Warley Noua – Intervalo Cultural … O cantor e ator é um dos novos talentos da cena independente de Guarulhos. Irreverente, aborda temas do cotidiano e mescla a androginia a um estilo urbano e inovador, numa linguagem original e envolvente.

 

 

Quinta-feira – 5 de maio – 20h … Sobrenome Liberdade ✶ Há Lados ✶ Edição 60 … O sarau acontece na primeira quinta-feira do mês, há mais de 3 anos, no Relicário Rock Bar, região do Grajaú. Nesta edição, Guilvan Miragaya lança seu livro EspinheirosJê Ernesto faz exposição de desenhos. Palco aberto.

 

 

Sexta-feira e Sábado – 6 e 7 de maio – 19h …  A Coisa Tá Preta #5 – Sarau Da Resistência Casa Frida – FUNARTE … O Circuito de Saraus e Batalhas em Brasília traz, de São Sebastião, a Casa Frida, movimento popular e feminista do fazer cultural. No primeiro dia, Slam A Coisa Tá Preta. No segundo dia, o coletivo feminista Vem pra cá S.A!

 

 

Sábado – 7 de maio – 9h … II Seminário: Universidade, Cultura e Periferia … As discussões serão em torno de dois temas: 1) a gestão nas culturas populares e tradicionais; 2) o lugar das periferias na universidade. Assim, pesquisadores, gestores, ativistas, mestres e produtores culturais apresentarão suas contribuições para fortalecer os vínculos entre universidade e comunidade. No Centro Cultural da Penha.

 

 

 

Foto da capa

 Sábado – 7 de maio – 12h … ZARA NA PHOTOTHINGS … A fotógrafa Mônica Zarattini terá suas imagens estampadas em bolsas, camisetas, foto grande, pequena, vintage, back-ligths e livros. Também no local, a mostra Diálogos no escuro, totalmente sensorial. Na Unibes Cultural, perto do metrô Sumaré, até 20h.

 

 

Sábado – 7 de maio – 13h30 … Sarau Ocupaz com Marah Mendes … A convidada é Marah Mendes, organizadora do Sarau Poesia é da hora, o único da cidade voltado para moradores em situação de rua.
No final do ano será lançado um livro com todos os participantes do sarau. Na Biblioteca CEU Paz – Augusto dos Anjos, no Jardim Damasceno.

 

 

Foto da capa

Sábado – 7 de maio – 14h …  Uma análise histórica da obra de Carolina Maria de Jesus no contexto social contemporâneo … Carolina, moradora de favela na zona norte, trabalhava como catadora e registrava o cotidiano da comunidade em cadernos que encontrava no lixo. No encontro, uma compreensão sócio-histórica de sua trajetória e obra, haverá abordagens de questões sociais atuais. A educadora e pesquisadora sociolinguista Luma de Lima Oliveira palestrará. Evento aberto, na Universidade São Judas, Mooca.

 

 

Sábado – 7 de maio – 17h … 4º Sarau Cora Coralina- Festival das Cores: Amor em tempos de guerra … No retorno das atividades do sarau, muita música, microfone aberto, venda e troca de livros, barraca de camisetas e comes & bebes. Em Guarulhos.

 

 

Sábado – 7 de maio – 17h … Sensorial Discos recebe Indy Naíse e Tchelo … A  cantora e o violonista, que também compõem, se apresentam na Rua Augusta. No local, cervejas artesanais. Entrada R$12.

 

 

Sábado – 7 de maio – 17h … Sarau Pense Já (7° edição) … Pocket-show com Débora Castro, lançamento do livro 18 km uma estrada de poesia, de Rafael Sallati, Varal de Poesia com Gabrielle Costa, intervenção com o pessoal da Batalha Racional e microfone aberto. No Espaço Cultural Opereta, em Poá.

 

 

Sábado – 7 de maio – 18h30 … Banda Ciranda … A banda, que faz o melhor som da mpb, tocará sucessos de Novos Baianos, Boca Livre, Lenine, João do Vale, Geraldo Azevedo, Zeca Baleiro, além de músicas autorais. No Carauari Bar e Mercearia, na Vila Maria. Grátis.

 

 

Foto da capa

Sábado – 7 de maio – 19h … Banda MAHATRIO apresenta “JazzRockFusion” Show … Trio apresenta um repertório instrumental com músicas autorais e releituras de grandes mestres como Jeff Beck, Larry Corryel, Jimmy Hendrix, entre outros. Na Cachaçaria e cervejaria Adri & Anão, na Vila Maria. Grátis.

 

 

Sábado – 7 de maio – 19h … SARAU A PLENOS PULMÕES … Encontro mensal dos amantes da palavra falada e escrita sob o comando de Marco Pezão. A poeta Cora Coralina será homenageada. Microfone aberto ao público, com inscrições a partir das 18h. Na Casa das Rosas.

 

 

Sábado – 7 de maio – 20h TEATRO – Sementes (Grupo Shadows and Clouds – Macedônia) … O Teatro Contadores de Mentira recebe neste sábado o Grupo Shadows and Clouds, da Macedônia, com o espetáculo de sombras Sementes, dentro do III Festival Internacional de Teatro de Sombras promovido pela Cia. Quase Cinema de Taubaté. Antes, às 17h, haverá um bate papo com o Grupo Alaluz Shadow Puppet Theater da Grécia. Ingresso grátis (artistas passarão o chapéu). Em Suzano.

 

 

Domingo – 8 de maio – 18h … Conrado Pera em São Paulo | Para convidados … O artista-revelação da nova mpb apresenta músicas de seu cd Enlaçador de Mundos, e também Corte e Costura, canção vencedora do último Fenac, o maior festival do Brasil. Confirme sua presença, casa sujeita a lotação.

 

 

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POR HOJE É SÓ.

ATÉ A SEMANA QUE VEM!

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