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A origem da palavra está no latim “sóror”, que significa irmãs. Dá até pra dizer que sororidade é a versão feminina da fraternidade. Pra mim, esse conceito super presente no feminismo devia ser abraçado por mães.

 

É, porque não há nada mais fácil do que julgar. Você pode nem se dar conta disso, mas já deve ter feito muito com os filhos de outras pessoas. E acontece nas pequenas coisas. Outro dia ouvi: “Fulano foi embora do clube porque fez coco na calça!” A turma estava achando um absurdo uma criança de 8 anos deixar escapar. Imediatamente respondi, sem nem pestanejar: isso já aconteceu aqui em casa!

 

Foi um pensamento de pura empatia. Se a gente tentasse agir mais assim, tudo seria melhor. Mas a verdade é que as pessoas quase nunca ponderam. Não se colocam no lugar do outro. Pior: acusam, julgam. E semeiam a indisposição e o preconceito.

 

A gente precisa fazer um esforço pra tentar fugir dessa tendência. Porque tem sempre alguém pronto pra apontar o dedo e meter a boca em quem não é, pensa ou age, o tempo todo, igualzinho a si mesmo.

Ou seja, a próxima vítima pode ser você!

 

*No vídeo de hoje conto uma história de cair o queixo que aconteceu com meu filho.