Aproveite o inverno para fazer os tratamentos estéticos que te deixarão linda para o verão

Outubro é o mês em que fica difícil conseguir horário nas clínicas de tratamentos estéticos. Tudo isso porque as pessoas ‘lembram’ que a estação mais quente do ano está chegando e querem começar a se preparar para entrar no bíquini na praia ou tirar a camiseta no parque. Todo mundo começa a cuidar mais do corpo, nada de ruim nisso. O problema é começar um tratamento de beleza esperando que os resultados apareçam já no primeiro feriado de novembro.  A partir de agora, os leitores do ‘Lindeza’ não farão parte desse grupo, pois temos um guia de tratamentos estéticos para você começar agora, em maio, e poder exibir os resultados no verão. Entre eles está a lipocavitação que é a grande aposta da área estética, pois elimina a célula de gordura. Até pouco tempo atrás os procedimentos estéticos só conseguiam reduzir o tamanho da célula adiposa, para extrai-lá era necessário recorrer a opções cirúrgicas.

Os procedimentos mais modernos já apresentam resultados visíveis e mensuráveis a partir da primeira sessão, mas para se completar o ciclo de aplicações da maioria deles é preciso se dedicar durante algumas semanas. Então, o grande argumento para começar a pensar nisso agora é ter tempo com tranquilidade para cumprir o indicado, porque também não vale não seguir as recomendações e ainda reclamar que não tem efeito.

“Os tratamentos estéticos podem deixar a pele de algumas pessoas mais sensível e no inverno esse risco é menor. Assim também se reduz o perigo de manchas, porque a exposição aos raios solares é mais baixa. Outra vantagem é que durante aplicações que provocam calor o desconforto também é menor por causa do clima frio”, explica a fisioterapeuta especialista em dermatologia funcional da Toplaser/Bioset, Carolina Magon.

Entre as opções de lipocavitação, estão o Lipo Focus e o Sonofocus; ambos rompem a célula de gordura. No processo de lipocavitação, uma onda ultra-sônica é focada na gordura localizada. A célula de gordura se rompe e os triglicerídeos vão para a corrente sanguínea e depois para o fígado que metaboliza essa gordura e a transforma em energia para o organismo. Após seis horas da aplicação, ocorre um pico do colesterol, que dura no máximo uma hora. Para ajudar o organismo a eliminá-la, o fisioterapeuta da Shopfisio, Andrian Nucci, recomenda 20 minutos de exercício físico logo após ao tratamento.

A fisioterapeuta responsável da Top Laser, Paula Sacco, reforça que o foco da lipocavitação é a gordura localizada. “O Lipo Focus atua em 3cm de gordura, portanto se a pessoa está com uma camada muito mais espessa que isso os resultados são muito limitados”.

Outro tratamento que elimina a célula de gordura é o Crio Redux, que promove a criolipóse. Esse processo elimina a célula de gordura após congelá-la. Logo na primeira sessão, já reduz de 10 a 16 cm. Um diferencial é que essa opção também é eficaz para pessoas obesas. A biomédica do Centro de Estética WA Mooca, Eliane Negrão, conta que um de seus pacientes obesos reduziu 52 cm, em quatro sessões. O Crio Redux pode causar hematomas e, portanto, não é recomendado tomar sol na região tratada, mas uma vantagem de fazê-lo no inverno.

Para quem tem um problema maior que uma ‘gordurinha’, a gerente da área científica da Onodera, Ingrid Peres, recomenda tratamentos para desintoxicar o organismo . Ela explica que quem está acima do peso saudável pode associar exercícios físicos e dieta balanceada a drenagens linfáticas e ao InvelPhoton que entre vários benefícios traz o aceleramento do metabolismo.

Lembrando que mais importante que ter um corpinho belo para exibir é estar saudável para poder aproveitar o verão. O cirurgião plástico Edilson Pinheiro explica que os tratamentos estéticos devem ser considerados ferramentas que dão uma força para alcançarmos determinados objetivos, mas nunca substituem alimentação saudável e exercício físico.  “Passar por esses procedimentos não pode ser visto como um processo passivo e apenas mais fácil, os tratamentos estéticos são uma boa  opção por serem menos invasivos”.

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