No dia internacional da mulher, uma constatação fácil de ser feita: o homem se torna paulatinamente o sexo frágil.

Me explico, antes que a grita comece. Reconhecidamente, os cardiologistas do mundo atestam que mulheres têm menos doenças do coração: infartam menos, colocam menos safenas, colocam menos próteses valvares etc.: ou seja, no geral, e isso é dado oficial no Brasil, vivem mais.

Mulheres lidam melhor com a dor. Uma simples dor de cabeça e o mundo desaba para o homem; já a mulher a tira de letra. Talvez isso se deva porque a mulher está predestinada pela natureza para as dores da parturiente.

Ademais, o fato de em boa parte da vida menstruarem com regularidade, dá a elas uma familiaridade com aquilo que mais se associa à grande dor, o sangue.

Na eterna guerra dos sexos, as mulheres estão ganhando, à medida que se emancipam cada vez mais, a ponto de fazerem coisas que antes eram tipificadas como masculinas, alterando radicalmente certos costumes.

As mulheres amadurecem mais cedo que os homens. Compare-se uma garota de 15 anos com um garoto de 15 anos. A primeira já está concentrada nos seus interesses de vida, já o garoto parece que dá mais importância ao video game.

Nas universidades, cursos antes tradicionalmente masculinos, agora apresentam grande contingente de mulheres, como as engenharias. Nos cursos de medicina, a coisa anda empatada, nos de psicologia elas predominam, e por aí vai.

Crimes passionais são cometidos mais por homens, o que, obviamente, é uma prova de fraqueza.

Homens são mestres em escrever histórias de amor; mulheres são mestres no amor. Pensamos que num envolvimento afetivo heterossexual, a conquistamos, mas em verdade foi ela quem conquistou, e deixou a impressão de que foi o homem quem o fez.

Portanto, no dia internacional da mulher, uma constatação: homem, sexo frágil.