Hoje gostaria de elogiar  Curitiba.

Não pelos resultados da operação Lava Jato que levou para as grades um bom número de peixes grandes da corrupção.

Não pela arborização invejável do perímetro urbano.

Não pelo sistema de transporte coletivo, que sofre de saturação, sim, mas ainda funciona muito bem.

Não pelo ar literário da cidade, que abrigou Leminski e abriga Dalton Trevisan.

Não pela sua mobilidade urbana.

Não pelos seus cafés que se multiplicam e permitem fruir o seu frio intenso. Em poucos lugares do mundo se toma tão bem um café no inverno.

Não pela simplicidade montanhesa da sua população, que por vezes a faz ter medo de uma conversa mais culta.

Não pelo maravilhoso time do Atlético Paranaense e a sua Arena de fazer inveja a qualquer estádio do mundo.

SIM pela lei sancionada em segundo turno pela Câmara Municipal do Município que impede, como Florianópolis já o fez, a tração animal. Os cavalos parece que foram em mais uma cidade brasileira libertados desse uso cruel.

Curitiba, a você o meu elogio.

SERVIÇO

Convido os leitores de São Paulo para o lançamento da minha tradução da obra magna de Schopenhauer, tomos I e II  de “O mundo como vontade e como representação”.

Quando: dia 06 de novembro, sexta, 20:00 hs

Onde: Casa do Saber

Endereço: R. Dr. Mario Ferraz, 414 – Jardim Paulistano, São Paulo – SP

Fone: 3707-8900