Hoje vamos falar de uma das ferramentas que ajudam os pais a educarem para a felicidade: os planos de ação.

É conhecido que a maioria das empresas tem excelentes estratégias para desenvolver seus negócios e crescer.

Apenas algumas, porém, conseguem realmente implementar as estratégias escolhidas. A diferença está justamente na capacidade de foco e na implementação de um bom plano de ação.

Assim também é com nossos filhos.

É importante termos planos de ação para cada filho por escrito, concretos, realizáveis, importantes, e de preferência, dirigidos ao futuro.

Os planos de ação alavancam os resultados educativos, ou seja, facilitam a aquisição de hábitos bons e habilidades nas crianças através da repetição de atos e da intenção.

A ideia é facilitar a aquisição de hábitos bons e qualidades, antes que se instalem vícios, muito mais difíceis de serem superados. Por isso, os melhores planos de ação são aqueles dirigidos ao futuro, ou seja, preventivos.

Infelizmente, muitas vezes, nós, pais, e educadores nem mesmo temos algum plano de ação e acabamos reagindo aos acontecimentos sem pensar.

Elaborar planos é fundamental. Estes podem ser em consequência do passado, vividos no presente ou, ainda, dirigidos ao futuro.

Vamos ver exemplos dos três tipos citados:

Planos consequentes do passado:

A criança faltou com o respeito e é advertida que, se voltar a agir erradamente, sofrerá determinado castigo.

Depois de uma briga entre dois irmãos, chamam-se os dois para explicarem o motivo e, depois, são separados.

Ante notas baixas do filho, o pai propõe um reforço escolar para ele.

Planos vividos no presente:

Elogiar a criança que está se comportando bem.

O irmão mais velho ajudará o menor a estudar e fazer as lições de Português.

Depois do jantar todos se reúnem para fazerem uma conversa em família.

Planos de ação para o futuro:

Falar para um filho de 10 anos a respeito das drogas (chegar antes).

Motivar a filha de 12 anos a ler um livro que fomente a amizade e a generosidade.

Convidar amigos e mostrar a alegria da amizade ao filho de 4 anos (período sensitivo).

No próximo post, veremos com mais detalhes em como montar um plano de ação para os filhos.

Através deles conseguiremos tratá-los, não como são, mas como gostaríamos que fossem.

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