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Queridos leitores, no último post falamos a respeito da criatividade e neste gostaria de comentar sobre um outro valor chave: a alegria.

Aristóteles define que a alegria é a consequência de uma vivência, de um estado de realização pessoal e plenitude vital.

A alegria é um sabor antecipado que as crianças sentem quando estão se dirigindo para a felicidade, um júbilo que nunca terminará na eternidade.

O fundamento deste júbilo é a filiação divina e sua origem é o desenvolvimento da capacidade de amar das crianças.

Por isso, a importância de os pais darem uma educação em valores para seus filhos, orientada para o desenvolvimento da amizade, generosidade e afetividade.

A alegria também é resultado de uma educação “no positivo”, que ajuda as crianças a serem cada vez mais otimistas e a terem audácia.

Elas vão desenvolvendo uma disposição aberta para a vitória e com sua alegria e autoestima, acabam atraindo coisas boas.

Esta alegria e paz cultivadas nas crianças não vêm de fora, mas brotam de dentro. Por isso no ambiente familiar, crianças e adultos devem se esforçar para serem amáveis, sem críticas e rótulos que acabam tirando a liberdade das crianças, tolhendo o desenvolvimento pleno de sua personalidade.

Ao mesmo tempo, as crianças precisam de espaços de autonomia e de um ambiente sincero de carinho e firmeza.

Firmeza para exigir o bem feito porque qualquer atividade ou trabalho bem feito, na medida em que aperfeiçoa a personalidade de cada criança, gera cada vez mais alegria e o realizar criativo.

Assim o lar passa a ser um ambiente alegre e estimulante para o desenvolvimento pleno de cada filho.

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