O êxito no caminho de educar os filhos para a felicidade passa por pensar “no positivo”.

O que isso significa?

É ter uma atitude pró-ativa com relação a problemas e dificuldades. Pensar nas soluções, aceitar as situações com serenidade e evitar lamentações que não levam a nada.

A chave do pensamento positivo e da educação para a felicidade dos filhos reside em conhecê-los bem- como vimos em posts anteriores- e ter expectativas realistas em relação a eles.

Os pais devem ter um pequeno plano de ação para o desenvolvimento pessoal de cada filho, utilizando esse plano como reforço positivo a partir dos resultados alcançados.

Se seu filho (a) é “bagunceiro (a)”, proponha uma pequena meta, como, por exemplo, guardar o tênis no lugar. Quando perceber que a criança já se habituou a fazer isso, elogie-a e estabeleça outra meta nessa direção.

Além disso, principalmente na fase da adolescência, os filhos ficam inseguros com as mudanças físicas, psicológicas e com a rapidez das mudanças do mundo moderno.

Os pais devem perceber estas inseguranças e sensibilidades em seus filhos e ajudá-los a melhorarem sua autoconfiança e estima.

Algumas dicas:

1) Elogiar e nunca ridicularizar. Reconhecer pequenas coisas que fizeram bem ou se esforçaram para fazer, sem exagerar. Festejar os seus êxitos.

2) Valorizar suas qualidades, dizer quais são seus pontos fortes e dar oportunidades para que demonstrem suas habilidades.

3) Ajudar os filhos no cuidado de sua imagem corporal. Na maneira de se vestirem com elegância, nos bons modos, na “finesse” de comportamento.

4) Ajudá-los a identificarem suas emoções e que aprendam a tomar decisões racionais.

5) Escutá-los de forma empática e valorizar suas opiniões e preferências. Mesmo quando pequenos, dar-lhes oportunidades de escolherem a roupa, fazerem a própria mochila da escola, ajudarem em casa, ou seja, que se sintam capazes e independentes.

6) Mostrar-lhes que são muito importantes na família e que ajudam e participam de decisões sobre a casa, viagens e outros assuntos de interesse comum.

7) Ajudá-los a desenvolver a capacidade de resolver problemas.

8) Desde pequenos ajudá-los a vencer e suportar frustrações. Evitar superproteger; não resolver os problemas por eles.

9) Motivar a que se relacionem com outros coleguinhas, grupos, amigos, porque vão desenvolvendo uma capacidade social e de adaptação que gera segurança.

1o)  Ajudá-los a colocar uma pequena meta ou objetivo e que percebam que conseguem superar problemas e vencer pequenos desafios.