De 11 a 15 de Abril, aconteceu em São Paulo o Festival Internacional de Arte, a SP-Arte.

A feira possui uma área específica para o design, voltada a mobiliário, iluminação e antiquário, que ampliou a sua participação em 2018, dando espaço também a nomes independentes, que destacou grandes profissionais cujas criações não são produzidas em grande escala.

Dentre todos os ambientes, oito foram escolhidos por questões diferenciadas.

1. O ambiente do Atelier Gustavo Bittencourt, que mostrou sua identidade sempre sofisticada, com traços esguios e  referências modernistas.

 

2. De todos os móveis e objetos apresentados por Bianca Barbato, a coleção Cidade possui uma estética bastante geométrica. Na foto, a mesa de centro explora uma característica muito marcante do trabalho da designer: a técnica de marchetaria, desta vez explorada em espelhos de diferentes cores.

 

3. Palhaço foi o nome escolhido para os objetos decorativos de série limitada do Alva Design, feitos de pedra sabão – material antes já explorado pelos irmãos.

 

4. Como pequenas explosões de cores vivas, as cerâmicas de Humberto da Mata recebem o nome de coleção Morphus, também uma série limitada, que possui formas e identidades do designer.

 

5. Penduradores escultóricos com formas e referências do alfabeto criam a fusão entre o estético e funcional, dando nome para a coleção Grafia, da OVO.

 

6. A marca Prototype cria uma conversa muito interessante entre seus móveis e objetos. O vaso da marca reflete a geometria preto e branca do tapete escolhido para o ambiente, criando assim, uma ótima identidade visual.

 

7. Cinco designers – Flavio Franco, Guilherme Wentz, Rodrigo Ohtake, Ronald Sasson e Zanini de Zanine – reunidos para desenvolver poltronas e pufes, que serão vendidos obrigatoriamente em conjunto (poltrona e pufe), porém, nunca do mesmo autor. Essa é a história que dá origem para a coleção Código Aberto e ao ambiente da Herança Cultural:

 

Poltrona Zanini de Zanine e pufe Guilherme Wentz:

Poltrona Ronald Sasson e pufe Rodrigo Ohatke:

 

8. Desenvolvida em latão polido envernizado, a Poltrona Leda, de Salvador Dalí, consegue traduzir o surrealismo em forma de um móvel, apresentada no ambiente da Micasa.