A arquiteta Lina Bo Bardi

Discutir as fronteiras entre design, artesanato e arte popular no Brasil é sempre bom. Esse é o tema de uma mesa-redonda que será realizada na noite do dia 10 na Galeria Pontes, em São Paulo. Na ocasião, o arquiteto André Vainer comentará a exposição Fragmentos Artefatos Populares, a Visão de Lina Bo Bardi, aberta em março deste ano no Solar do Ferrão, em Salvador, com curadoria dele, que é discípulo da profissional italiana. Lina chegou ao Brasil em 1946 e era encantada pela cultura brasileira, que influenciou seu trabalho. Um dos motes da discussão é a exposição Bahia no Ibirapuera, que a arquiteta concebeu há 50 anos, na 5ª Bienal de Artes de São Paulo. Na época, o evento reuniu um acervo representativo de artesanato e arte popular. O mediador do debate será o arquiteto e jornalista Pedro Ariel Santana, e a mesa, composta pela curadora Adélia Borges, a designer Baba Vacaro, o museólogo Fabio Magalhães, o arquiteto Giancarlo Latorraca e a jornalista Mara Gama.