A poltrona Evo

A poltrona Evo

Sabe onde era a Casa Caiada, no 2113 da Gabriel Monteiro da Silva? Agora fica lá a Catallogo Interiores, que parece atender a um gosto médio. Ao lado da Fast Frame, o prédio de dois andares foi reformado pelas arquitetas e proprietárias da loja, Ligia Meirelles e Julia Maksoud. A dupla tem o mérito de trabalhar com peças assinadas por designers nacionais. É o caso da poltrona Evo, de Marcelo Ligieri, fabricada por uma empresa do sul do País.

Com desenho tranquilo, o móvel é bom de sentar e tem acabamento OK. Assento e encosto são de couro reconstituído a revestir uma colcha de fibra, que os deixa maciinhos. Branco, preto, marrom, café, bege, castor e vinho são as cores disponíveis, embora haja opção ainda de texturas do tipo croco, por exemplo. Pespontos arrematam as bordas. Mas e a estrutura? Relevante, na hora de uma possível compra, é levar em conta o tipo de material dela. 

A do modelo exibido na loja era de ferro pintado de branco. Se tem a vantagem de tornar o produto mais barato (R$ 2.547), pode enferrujar, sobretudo com a maresia típica das regiões praianas. Não é só: deixa o móvel, literalmente, pesado. Quantos quilos, não se sabe. Mas, para encurtar a história, o transporte de cá para lá fica chato. O mesmo não deve ocorrer com a versão de aço inox (R$ 3.597), matéria-prima mais leve.

A partir do pedido, a poltrona leva 45 dias para ser entregue. 

Quem gostou pode ficar em dúvida ao configurar a sua. Depende. Como diz o outro, vai do gosto e do bolso. Quase tudo na vida é assim.